Serviços2018-01-22T15:09:17-02:00

Serviços

A Clinica Audio possui equipamentos de última geração, alta tecnologia e profissionais experientes. Os resultados são: diagnósticos precisos e o melhor tratamento disponível para cada paciente.

  • Audiometria Tonal por via aérea e via óssea - Audiometria Vocal
  • Audiometria Condicionada e/ ou por reforço visual

Esses testes são realizados para saber se sua audição está normal ou se há surdez. Determina também o grau da perda auditiva.

Imitanciometria / Pesquisa do Reflexo Estapediano
Esse teste complementa a bateria de exames e diferencia uma perda auditiva condutiva de uma perda sensorioneural.

Audiometria em Campo livre
Exame audiométrico realizado dentro da cabina acústica porém sem fones.

Emissões Otoacústicas Evocadas (EOA) e Potencial Evocado Auditivo Tronco Encefálico (PEATE) – triagem e diagnostico
Exames objetivos, ou seja, não dependem da resposta subjetiva do paciente.
Desta forma, podem ser realizados em bebês ou pacientes que não colaboram ao exame.
Identificam a presença da perda auditiva e são complementares no diagnóstico desta.
O Teste das Emissões Otoacústicas também é conhecido por “Exame da Orelhinha”.

Avaliação de Processamento Auditivo Central (PAC)
Este teste avalia as funções e habilidades do processamento sonoro cerebral, como por exemplo: reconhecimento de fala na presença de ruído competitivo ou localização sonora.

Otoneurológico ( OTN)
Esse exame avalia as funções vestibulares e o comprometimento central em pacientes com tontura.

Como verificar se o aparelho selecionado é o melhor para o meu caso??

Além da sensação subjetiva do paciente no momento da adaptação, é possível verificar se o ganho acústico e desempenho do aparelho é adequado para sua perda auditiva, por meio de:

  • Mapeamento de fala
  • Mensuração in situ
  • RECD
    Testes realizados com microfone sonda e o aparelho na orelha para verificar se o aparelho atingiu seus objetivos
  • Testes de percepção de falaTestes com lista de palavras ou sentenças, no silêncio ou ruído, com e sem aparelho auditivo,para avaliar entendimento da fala.
Acompanhamento dos ajustes e manutenção do aparelho auditivo
Após escolha do aparelho auditivo, é importante o acompanhamento para garantir seu uso efetivo. São programadas sessões até o terceiro mês de uso e depois disso a combinar.

  • Ajustes fino do aparelho
  • Orientação do uso : limpeza, manutenção do AASI.

Estratégias de comunicação também são discutidas nesse período, e, se necessário, o paciente poderá receber Treinamento auditivo
O treinamento auditivo inclui: estratégias para melhorar a atenção e discriminação auditiva ,
exercícios de linguagem e treinamento das habilidades auditivas, como a localização sonora e reconhecimento de sons verbais e não verbais,
Esse treinamento pode ser feito para crianças e adultos após avaliação e identificação das dificuldades

A avaliação do paciente portador de zumbido e hiperacusia é importante tanto para identificar a queixa principal: o zumbido, a hiperacusia ou a perda auditiva e para elaborar o plano de tratamento a seguir. Além da avaliação audiológica, alguns testes são específicos para este paciente :

  • Acufenometria
    São testes para avaliação das características do zumbido : procura-se determinar o Pitch , ou seja ,a frequência e intensidade ( Loudness)do zumbido. O LMM ( Limiar mínimo de mascaramento) também é medido. Em todos os procedimentos você estará dentro da cabina acústica com fones e será solicitado que compare estímulos dados pelo equipamento com seu zumbido.
  • Medida dos limiares de desconforto – LDLs ( Loudness Disconfort Levels)
    Teste que determina os limiares de desconforto sonoro e identifica o paciente com hiperacusia.
  • Aconselhamento
    Parte indispensável no tratamento do zumbido e hiperacusia, tem como objetivos :
    esclarecer sobre as possíveis causas desses sintomas,
    promover o ajuste de expectativas e
    orientar quanto as possibilidades de tratamento e enriquecimento sonoro.
    Pode ser realizado em uma ou mais sessões.
  • Terapia Sonora
    Com a utilização de geradores de som, que podem ser dispositivos eletrônicos, de mesa, portáteis ou combinados ao aparelho auditivo, promover alívio do incômodo da sensação sonora do zumbido. A terapia sonora também é utilizada para o tratamento da hiperacusia ( hipersensibilidade a sons)

Se preferir, você pode receber nossos serviços à domicílio pelo AudioPrime, uma nova maneira de atender pessoas com problemas de audição

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Perguntas e Respostas – Dúvidas

O resultado de pesquisas demonstra maior benefício no uso de dois aparelhos (binaural), em caso de perda bilateral. A satisfação demonstrada por esses usuários deve-se provavelmente a um ou vários desses fatores:

  • Melhor discriminação da variação de intensidade e frequência, e, consequente melhora na percepção de sons de fraca intensidade – o que não é possível no uso de monoaural (um aparelho). Por que? A intensidade de um som é maior quando apresentada em ambas as orelhas, devido a um fenômeno chamado somação binaural. Portanto, quem usa dois aparelhos tem sensação maior com menos amplificação, resultando em maior conforto.
  • O usuário de um único aparelho provavelmente receberá estímulos mais intensos e mais cedo na orelha aparelhada, independentemente da localização da fonte sonora, o que o fará se voltar sempre para este lado, devido à perda da localização do som.  Por que? A localização sonora acontece porque os estímulos sonoros chegam com diferentes intensidades e fases (tempo) em cada orelha, fazendo o indivíduo procurar a fonte sonora do lado em que os sons chegam primeiro ou parecem ser mais intensos e próximos.
  • A percepção da fala pode ser prejudicada com o uso do aparelho em uma orelha, principalmente quando os sons são provenientes do lado sem o aparelho, uma vez que o “efeito sombra” causado pela cabeça muitas vezes impede que os sons agudos ou de fraca intensidade cheguem ao microfone do aparelho auditivo.
  • Entre as maiores vantagens do uso de amplificação binaural está a melhora na compreensão da fala, principalmente na presença de ruído competitivo – festas ou trânsito de automóveis, por exemplo. Embora os recursos tecnológicos atuais, tais como sistemas supressores de ruídos, microfones direcionais, entre outros, também possam contribuir de forma significativa.
  • A integridade do sistema auditivo depende da estimulação externa. O fato do indivíduo ter perda auditiva periférica significa menor estimulação e consequente privação sensorial. Essa privação gera redução no desempenho da orelha não aparelhada, independentemente de ocorrer ou não piora no grau de perda auditiva.
Antes de procurar a Clinica Audio, consulte um otorrinolaringologista. Ele fará a inspeção do canal auditivo para verificar a presença de cera ou outras alterações. Se houver grande quantidade de cera, pode, sim, estar prejudicando sua audição. Neste caso, ele fará a retirada e, se não houver melhora da audição, o especialista provavelmente solicitará uma avaliação audiológica.
O médico prescreverá a melhor indicação para seu caso, – medicação, cirurgia ou aparelho de amplificação sonora. Em caso de indicação de aparelho de amplificação sonora será necessário algumas orientações Geralmente, orelhas que produzem secreções não devem ser totalmente ocupadas pelo aparelho. No entanto, é possível confeccionar aparelhos intra-aurais com ventilação, permitindo a aeração da orelha, sendo que esta possibilidade deve ser verificada junto ao fonoaudiólogo responsável pela adaptação. Caso não seja possível, pode-se optar pelo uso do aparelho retroauricular (atrás da orelha), mais indicado nestes casos. A secreção, quando em excesso, pode danificar o circuito do aparelho.
Depende de inúmeros fatores: aceitação, motivação, número de horas de uso por dia, idade do usuário, tipo e modelo de aparelho, adequação às necessidades do paciente, experiência e “jogo de cintura” do profissional. Mesmo quando o paciente está motivado, assume a perda auditiva, é adaptado com o melhor aparelho em seu caso e acompanhado por um fonoaudiólogo experiente durante o processo de adaptação, ainda assim existe um período chamado de “aclimatização”. Essa aclimatização é o tempo de ajuste ou reorganização do sistema auditivo como um todo, frente às novas e diferentes informações acústicas recebidas, até sua adaptação, que pode levar até seis meses, sendo que a personalidade do usuário pode influir, abreviando ou aumentando esse período.
Tecnicamente a partir dos primeiros meses de idade, quando já é possível a adaptação física do aparelho auditivo atrás da orelha e do molde auricular no pavilhão e conduto auditivo do bebê. Quando o diagnóstico de surdez já existe – o que é uma realidade nessa idade – este é um momento crucial de orientação, além do acompanhamento do bebê e da família, que deve ser realizado por fonoaudiólogos especialistas na área de amplificação auditiva, bem como por médicos e psicólogos.

Os recursos tecnológicos dos aparelhos atuais permitem a amplificação dos sons de acordo com os níveis de intensidade a que o indivíduo está exposto. Isso significa que os aparelhos podem amplificar mais os sons de fraca intensidade, um pouco menos dos de média e, talvez, não amplificar os sons de forte intensidade, dependendo do campo dinâmico de audição do paciente. Para tanto, são necessárias avaliação e programação (ajustes por computador) adequadas à necessidade do paciente, feitas por um fonoaudiólogo experiente que acompanhará a adaptação gradativa do ouvinte ao mundo sonoro.

As pessoas que utilizam aparelhos auditivos há algum tempo e estão adaptadas a eles, não se incomodam com o zumbido. Muitos desses pacientes chegam a afirmar sentirem-se mais aliviados quando estão com seus aparelhos – com a amplificação dos sons externos (ambientais), diminui a percepção do ruído interno (zumbido). Por outro lado, o paciente com orientação e/ou adaptação inadequadas, pode experimentar desconforto ou ter a percepção do zumbido aumentada, e descontinuar o uso do aparelho. De qualquer forma, a adaptação de aparelhos auditivos para pessoas portadoras de zumbido requer conhecimentos específicos na área da reabilitação do problema por parte do fonoaudiólogo. Atualmente contamos recursos específicos em alguns aparelhos de amplificação sonora para atuar diretamente com o zumbido. No entanto, este é um assunto que requer supervisão constante do audiologista.
Não existe limite de idade para o uso de aparelho auditivo e, mesmo que seu pai saia pouco de casa, o uso de aparelho permitirá que ele não se isole, e participe ativamente dos grupos sociais nos quais está inserido (família, amigos, colegas…), fator muito importante para a manutenção da saúde mental e da qualidade de vida. Bem como acompanhar as notícias do mundo. O mais importante em se tratando de idades bastante avançadas e que nem sempre o grau da perda auditiva é o fator principal da falta de percepção da fala, problemas de processamento dos sons, entre outros fatores podem estar prejudicando a compreensão como um todo. Uma avaliação minuciosa se faz necessário.

Queixa bastante comum entre os pacientes, mas na maioria das vezes decorrente da configuração e grau da perda auditiva. Nesse caso, pode ser corrigida com a escolha do AASI correto. Quando isso não é suficiente, como por exemplo, nos casos de perdas auditivas de origem retrococlear, é necessário acompanhamento específico com treinamento auditivo, introdução de estratégias de compensação, e  de recursos tecnológicos adicionais.

Conectividade, como o próprio nome diz, conecta o AASI a equipamentos eletrônicos ( TV, celulares, Computadores, aparelhos de som) por meio de canal de frequência específica, ou Bluetooth. Dessa forma, você poderá ouvir com seus AASI, como se estivesse com fones de ouvido: forte e sem interferência do ruído externo.
Adaptação aberta é um aparelho retroauricular que pode ser adaptado com tubos finos e olivas que deixam o canal auditivo aberto, diferente do retroauricular comum que é utilizado com moldes auriculares.
Beneficia pacientes com perdas auditivas mínimas, leves e descendentes ( nas frequências agudas), pois não fecha o canal auditivo, permitindo que os sons que são audíveis sejam ouvidos naturalmente, apesar da colocação do AASI.

Queixa bastante comum entre os pacientes, mas na maioria das vezes decorrente da configuração e grau da perda auditiva. Nesse caso, pode ser corrigida com a escolha do AASI correto. Quando isso não é suficiente, como por exemplo, nos casos de perdas auditivas de origem retrococlear, é necessário acompanhamento específico com treinamento auditivo, introdução de estratégias de compensação, e  de recursos tecnológicos adicionais.

Queixa bastante comum entre os pacientes, mas na maioria das vezes decorrente da configuração e grau da perda auditiva. Nesse caso, pode ser corrigida com a escolha do AASI correto. Quando isso não é suficiente, como por exemplo, nos casos de perdas auditivas de origem retrococlear, é necessário acompanhamento específico com treinamento auditivo, introdução de estratégias de compensação, e  de recursos tecnológicos adicionais.

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“Conheço as profissionais há algum tempo e atesto que a característica mais notável em um profissional, na minha opinião é o envolvimento.
Aqui achamos isso de sobra! Elas são realmente envolvidas na profissão, e, da forma como sou atendido, me sinto especial. Tenho total confiança.”
João Paulo, 42.
“Já havia comprado um aparelho auditivo, mas não consegui usá-lo. Parecia que não era certo, que tinha comprado gato por lebre…Bem, meu aparelho foi readaptado e hoje uso e escuto muito bem ! Mágica? Não: Conhecimento e sensibilidade!”
Ana Maria, 60